
O Senado Federal desperdiça mais de R$ 170 mil por mês com assessores de “comissões fantasmas”, criadas em 2023, que não realizaram nenhuma atividade legislativa em 2025, como a Comissão de Comunicação e Direito Digital e a Comissão de Defesa da Democracia. Esses colegiados sustentam quatro servidores concursados, incluindo Matheus Soares Torres Costa, que embolsa R$ 46,4 mil brutos mensais com gratificações, e Maria Hollanda, servidora desde 1982 com salário de R$ 45 mil, todos recebendo polpudos vencimentos sem qualquer trabalho efetivo, enquanto o custo total beira R$ 200 mil mensais com benefícios, em um flagrante desrespeito ao dinheiro público.
Pior ainda, dois desses assessores, como Felipe Costa Geraldes, que ganha R$ 41,1 mil brutos, estão liberados do controle de ponto eletrônico por um “regime especial de frequência”, permitindo que recebam sem comprovar presença ou produtividade. O silêncio do Senado diante da manutenção desses gastos escandalosos apenas reforça a percepção de ineficiência e descaso com a gestão dos recursos dos contribuintes.