
Durante uma declaração recente, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi direto ao ser questionado sobre a possibilidade de apoiar Ratinho Jr. numa eventual candidatura à presidência em 2026:
“Eu sou o candidato.”
A fala desmonta de vez as especulações e mostra que Bolsonaro não pretende apoiar nem compor com quem nunca esteve ao lado do povo conservador.
Ratinho Jr. sempre se esquivou de posicionamentos firmes. Em uma entrevista, chegou a dizer que era preciso “acabar com essa polarização entre esquerda e direita”, e que o Brasil precisava de “um nome diferente”.
Ou seja, Ratinho Jr. é o típico candidato a “Neném”: nem de direita, nem de esquerda. Nem corajoso, nem confiável.
Enquanto Bolsonaro enfrentava o sistema, o STF e a velha mídia, Ratinho se calava ou se alinhava com quem estava do outro lado. Nos momentos mais importantes, ele se escondeu — ou pior, se associou com a turma que persegue patriotas até hoje.
Bolsonaro não esquece quem esteve ao seu lado. E o povo também não.
A direita verdadeira não vai cair no conto de que basta tirar foto com Bolsonaro pra ser conservador. O Brasil precisa de líderes com coragem, convicção e valores — não de políticos de conveniência.