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Corte de R$ 2,6 bilhões nas Forças Armadas coloca soberania nacional em risco

O governo Lula realizou um corte de R$ 2,6 bilhões no orçamento das Forças Armadas (FFAA), medida que causou grande preocupação entre os militares e especialistas em segurança nacional. O impacto direto da decisão já está sendo sentido dentro das corporações, com alertas sobre a possibilidade de faltar até combustível para operações básicas.

Segundo fontes ligadas à Defesa, a redução drástica de recursos pode forçar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica a entrar em “modo de sobrevivência”, comprometendo treinamentos, missões de patrulha, abastecimento de viaturas e o próprio funcionamento logístico das tropas. Em outras palavras: o Brasil pode parar de se defender por falta de gasolina.

É inaceitável que um país do tamanho e da importância geopolítica do Brasil trate suas Forças Armadas com esse nível de descaso. Enquanto isso, o governo segue bancando gastos bilionários com shows, publicidade estatal, viagens internacionais e liberação de emendas para aliados políticos.

A defesa da pátria não pode ser sucateada por questões ideológicas. As FFAA são instituições permanentes do Estado brasileiro, não de governos. Atacar seu funcionamento é um ataque direto à soberania nacional.

O corte também revela uma tentativa de enfraquecimento simbólico das Forças, numa agenda que prioriza a desmilitarização, o aparelhamento de instituições e o isolamento dos setores que ainda resistem à agenda da esquerda.

A direita precisa estar atenta. O que está em jogo não é apenas orçamento — é o futuro da segurança nacional, da ordem e da autoridade do Brasil frente ao mundo e ao crime organizado.

No Brasil de hoje, os verdadeiros inimigos do país não são enfrentados. Mas os guardiões da pátria, sim, estão sendo sistematicamente enfraquecidos.

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