
O Show Rural Coopavel, realizado anualmente em Cascavel, no Paraná, é um dos maiores e mais importantes eventos do agronegócio mundial. Em 2025, o evento atraiu milhares de participantes, sendo um ponto de encontro vital para produtores rurais, empresas, e profissionais do setor. Contudo, em uma atitude que gerou grande repercussão, o governo Lula optou por não enviar representantes para a feira.
A ausência de ministros em um evento de tamanha relevância levanta questionamentos sobre as prioridades do governo e sua relação com o agronegócio brasileiro. Para muitos, essa postura reflete a falta de compromisso com um dos setores mais estratégicos da economia nacional, especialmente considerando que o agronegócio é responsável por uma parcela significativa do PIB e das exportações do Brasil.
Mas o que explica essa escolha? Alguns interpretam a ausência como uma continuação da visão ideológica que o governo tem em relação ao agro. Há quem diga que o governo considera o setor ruralista como “fascista”, uma acusação que, embora polêmica, tem sido levantada por figuras dentro da esquerda. Essa visão, em muitos casos, ignora o papel fundamental que os produtores rurais desempenham na alimentação de milhões de brasileiros e na geração de empregos em todo o país.
O Show Rural Coopavel, por sua magnitude e importância, é mais do que uma vitrine de tecnologias e inovações no campo; é também um símbolo da força do agronegócio brasileiro. A falta de presença ministerial no evento não só é uma demonstração da divisão política que marca o Brasil hoje, mas também um sinal de que o diálogo entre o governo federal e o setor agropecuário pode estar mais distante do que nunca.
É essencial que o agronegócio e os produtores rurais sejam ouvidos, reconhecidos e apoiados, pois seu trabalho e dedicação são, sem dúvida, a base para o crescimento e desenvolvimento do Brasil. Fica a pergunta: até quando essa separação entre o governo e o agro continuará prejudicando a união que o Brasil precisa para crescer?