
Taxação de Big Techs: Vingança do Governo Lula Contra as Redes Sociais?
O governo Lula voltou a discutir a taxação das big techs, e o timing dessa movimentação não poderia ser mais suspeito. O embate com a Meta, que administra o Facebook, Instagram e WhatsApp, esquentou nas últimas semanas, e agora o Planalto ensaia um novo cerco financeiro contra as plataformas digitais. Coincidência? Difícil acreditar.
A esquerda, que sempre posou de defensora da liberdade de expressão, agora vê as redes sociais como inimigas – especialmente após a ascensão da direita, que encontrou nelas um espaço para furar a bolha da grande mídia. A taxação das big techs pode ser vendida como uma medida econômica ou regulatória, mas, no fundo, parece uma retaliação direta contra empresas que não aceitam o controle estatal da informação.
O governo argumenta que as gigantes da tecnologia lucram no Brasil sem pagar impostos proporcionais. Mas a pergunta que fica é: essa preocupação é realmente fiscal ou estamos vendo mais um capítulo da tentativa de censura disfarçada de regulação? Afinal, a esquerda sempre quer um pretexto para apertar o cerco contra quem ousa desafiar sua narrativa.
Se o objetivo fosse justiça tributária, por que essa pauta sempre vem à tona justamente quando o governo se sente ameaçado pelas redes sociais? O Brasil precisa de um ambiente digital livre, onde o debate seja aberto e sem interferências políticas. Qualquer medida que vise sufocar a liberdade na internet precisa ser denunciada – antes que nos transformemos em uma ditadura digital.