Um levantamento recente voltou a chamar atenção para a realidade econômica do município de Itaubal, no Amapá. Segundo dados divulgados por portais nacionais, cerca de 93% da população da cidade depende do programa Bolsa Família para sobreviver.
A cidade possui aproximadamente 6 mil habitantes e, de acordo com os números apresentados, pouco mais de 28 trabalhadores possuem carteira assinada no setor privado. Enquanto isso, milhares de moradores recebem auxílio do Governo Federal mensalmente.
Os dados geraram forte repercussão nas redes sociais e reacenderam o debate sobre dependência de programas sociais, geração de empregos e desenvolvimento econômico em regiões mais pobres do país.
Além da baixa quantidade de empregos formais, os levantamentos apontam que a economia local depende quase totalmente de recursos públicos e repasses federais.
Especialistas afirmam que o Bolsa Família é importante para combater a fome e garantir o mínimo para famílias em situação de vulnerabilidade. Porém, críticos alertam que a ausência de investimentos, empregos e desenvolvimento econômico acaba criando um ciclo de dependência difícil de romper.
Nas redes sociais, muitos brasileiros questionaram como um município inteiro consegue sobreviver praticamente sem atividade econômica forte. Outros defenderam o programa social e afirmaram que o problema principal seria a falta de oportunidades na região Norte do país.
A situação de Itaubal virou símbolo do debate nacional sobre pobreza, assistencialismo e crescimento econômico no Brasil.

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