Enquanto esquerda comemorava ataques a Flávio Bolsonaro, informação sobre Vorcaro causa desconforto no próprio campo lulista
Uma informação divulgada nesta terça-feira movimentou os bastidores políticos e colocou em xeque a narrativa criada por setores da esquerda contra o senador Flávio Bolsonaro.
Segundo publicação do jornalista Lauro Jardim, fontes ligadas ao empresário Daniel Vorcaro afirmam que o banqueiro também teria financiado produções ligadas ao presidente Lula e ao ex-presidente Michel Temer. Entre elas, estariam o documentário “Lula”, dirigido por Oliver Stone, e o filme “963 dias”, sobre o governo Temer.
A revelação caiu como um “banho de água fria” para militantes e influenciadores que tentavam associar Vorcaro exclusivamente à direita ou ao bolsonarismo. A informação reforça a tese de que o empresário mantinha relações com diferentes grupos políticos e econômicos, sem alinhamento ideológico fixo.
A reportagem ainda cita que Michel Temer teria prestado serviços de mediação para Vorcaro, recebendo cerca de R$ 10 milhões em 2025. Tanto a Secom do governo Lula quanto os produtores envolvidos negaram pedidos diretos de financiamento. Até o momento, as informações divulgadas seriam baseadas em relatos de fontes próximas ao banqueiro, sem comprovação documental pública.
Nos bastidores, aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que o caso mostra como parte da imprensa e da militância tentou transformar uma relação pessoal em narrativa política seletiva, ignorando conexões do empresário com outros setores do poder em Brasília.

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